Formatos, requisitos e as letras miúdas, tudo em um lugar só. Se a resposta que você precisa não estiver aqui, pergunte antes de comprar. Preferimos muito mais tirar uma dúvida agora do que deixar você levar um susto depois.
| macOS | macOS 11 ou superior. Roda nativamente em Apple Silicon, onde a renderização usa a GPU Metal, e em Macs Intel com um motor de CPU otimizado. |
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| Windows | Windows 10 ou superior, de 64 bits. A renderização usa a GPU em placas NVIDIA das séries RTX 20 e GTX 16 (2018) ou mais novas. Todas as outras máquinas usam o motor de CPU, então a GPU não é obrigatória. |
| Memória e disco | 16 GB de RAM recomendados. 12 GB de espaço em disco necessários. |
| Formatos de plugin | AU (macOS), VST3, VST, AAX e mais ARA2 nas DAWs que dão suporte. App standalone nas duas plataformas. |
O ReStem separa uma música mixada inteira tão bem quanto uma faixa de bateria. Os instrumentos que não são bateria vão parar no stem "Other".
Boa o bastante para finalmente ser lançada, coisa que não aconteceu no ReStem 1. A separação ao vivo fica cerca de um terço de segundo atrás da faixa original, e a sua DAW compensa esse atraso sozinha. Ainda assim, os modos offline ganham em qualidade pura — por isso o seletor vai até o Best (Offline), e por isso sugerimos renderizar antes de fechar a mixagem final.
Não. Toda a separação acontece no seu próprio computador, seja na GPU ou na CPU, e os seus arquivos nunca saem da sua máquina.
Não. As licenças são ativadas online, por máquina, pela sua conta WaveMachine Labs.
Você tem sete dias com todos os recursos do Pro nas suas próprias sessões, depois de uma rápida confirmação por e-mail. A única pegadinha é que a saída recebe um bipe curto e baixo a cada poucos segundos, até você comprar uma licença. É um teste por máquina.
Não. O ReStem 2 instala ao lado da versão 1, com identidade de plugin, configurações e pastas próprias. Suas sessões antigas continuam carregando o ReStem 1 exatamente como antes, e nada é sobrescrito.
O motor de separação foi refeito do zero. As maiores novidades são a separação ao vivo no insert, que o ReStem 1 não fazia de jeito nenhum, e o processamento ARA2 direto na timeline. Agora todos os stems podem enviar MIDI pelo motor de trigger TrigNet, e o Auto Notes lê a afinação dos tons e as articulações do chimbal para você.
O rack de efeitos também cresceu. O Transient Restorer entrou no bumbo e na caixa, ao lado do Look-Ahead Noise Gate e do Transient Shaper, que já rodavam em todos os stems. O Separation Map também é novo e mostra a separação acontecendo enquanto a faixa toca. Os sete stems, a substituição com Drumagog, as saídas de bus por stem e o processamento local vêm todos do ReStem 1. As edições e os preços estão na página Edições.
Não, o Core é só o app standalone. Ele usa o mesmo motor e chega à mesma qualidade máxima offline do Pro. Mas rodar como plugin é, em si, um recurso Pro, assim como o modo ao vivo, o rack de efeitos e o MIDI Output. Se você quiser isso, dá para transformar o Core em Pro sem reinstalar nada: compre o upgrade e informe a sua licença de novo.
O ARA2 está em Cubase, Nuendo, Studio One, REAPER, Digital Performer, LUNA e Waveform, e no Windows também em Cakewalk Sonar, Samplitude e Mixcraft. Em qualquer outra DAW, incluindo Logic Pro, Pro Tools, Ableton Live, FL Studio e Bitwig, o ReStem 2 funciona como um insert comum.
O Drum Replacer trabalha no bumbo e na caixa, que são as peças para as quais a substituição foi inventada. Para todo o resto existe o MIDI Output: qualquer stem pode disparar qualquer instrumento de bateria ou sampler, ao vivo ou por um arquivo MIDI exportado.